Cirurgia Minimamente Invasiva do Pé e Tornozelo em Fortaleza

Incisões milimétricas guiadas por radioscopia, formação específica em técnica percutânea e avaliação individual do seu caso, em Fortaleza e Eusébio.

Joanete (hálux valgo)Pé planoPé cavoSíndrome de HaglundFascite plantar persistenteMetatarsalgiaDedos em garra

Fortaleza (Meireles) e Eusébio (CE), com estacionamento nas duas unidades.

Resposta rápida

A cirurgia minimamente invasiva (percutânea) do pé e tornozelo corrige deformidades e lesões por meio de incisões de poucos milímetros, guiadas por radioscopia em tempo real. A evidência mais robusta, concentrada sobretudo em cirurgia de joanete, mostra dor inicial menor e resultados de longo prazo equivalentes aos da técnica aberta — que segue sendo a opção mais adequada em deformidades mais complexas.

Instrumental cirúrgico delicado sobre campo estéril, referência a uma incisão de poucos milímetros em cirurgia percutânea do pé — imagem ilustrativa

O que é a cirurgia minimamente invasiva do pé e tornozelo

Cirurgia minimamente invasiva — também chamada de percutânea — é o nome dado a um grupo de técnicas que realizam a correção de deformidades e lesões do pé e do tornozelo por meio de incisões de poucos milímetros, em vez dos cortes maiores utilizados na cirurgia aberta tradicional. Um aparelho de radioscopia acompanha o procedimento em tempo real, guiando os cortes ósseos e a posição da correção sem que seja necessário expor amplamente as estruturas ao redor do osso.

O princípio corretivo é o mesmo da técnica aberta — realinhar o osso, liberar um tecido tensionado, remover uma saliência que está causando dor —, mas o caminho até esse resultado muda: instrumentais finos, desenhados especificamente para cortes ósseos controlados através de acessos pequenos, e uma abordagem que reduz a manipulação dos tecidos moles vizinhos. Não é uma técnica única, e sim uma família de procedimentos percutâneos, cada um adaptado à deformidade e à região tratada.

É importante entender essa técnica pelo que ela realmente é: outro caminho até a mesma correção, e não uma versão superior da cirurgia por definição. Ela tem vantagens específicas, sustentadas por estudos detalhados a seguir, e também limites que precisam ser conversados com transparência antes de qualquer indicação. A escolha entre a via percutânea e a técnica aberta depende do diagnóstico, do grau da deformidade e da avaliação individual de cada caso — nunca de uma preferência genérica por "o que é minimamente invasivo".

O que os estudos mostram — a comparação com a técnica aberta

A pergunta que mais aparece no consultório é direta: a técnica percutânea tem os mesmos resultados da cirurgia aberta a longo prazo? Um ensaio clínico randomizado conduzido por Kaufmann et al. (2020, The Journal of Bone and Joint Surgery) acompanhou pacientes operados de joanete por osteotomia de chevron minimamente invasiva por cinco anos e encontrou resultados clínicos, radiográficos e de satisfação equivalentes aos da técnica aberta no mesmo período — um dos achados mais robustos disponíveis sobre a equivalência das duas vias em seguimento longo.

Uma metanálise conduzida por um grupo brasileiro (Ferreira et al., 2021, PLoS ONE) comparou a técnica percutânea chevron/Akin com a técnica aberta scarf/Akin e encontrou correção radiográfica, dor e função semelhantes aos seis meses de acompanhamento entre as duas abordagens. O mesmo estudo aponta uma contrapartida honesta: a técnica percutânea envolveu maior tempo de exposição à radioscopia durante o procedimento, um fator também considerado no planejamento cirúrgico.

Vale um esclarecimento importante: a evidência científica sobre cirurgia percutânea do pé e tornozelo está concentrada, de forma desproporcional, na cirurgia de joanete — é ali que a técnica foi mais estudada, com ensaios clínicos e metanálises de bom tamanho amostral. Para procedimentos como a correção percutânea de Haglund, pé plano, pé cavo ou dedos em garra, a literatura disponível é bem mais limitada, e os números encontrados nos estudos sobre joanete não devem ser extrapolados diretamente para esses outros procedimentos.

Isso não desqualifica os outros procedimentos — significa apenas que, para eles, a indicação se apoia mais na experiência clínica acumulada e nos princípios da técnica percutânea já validados no joanete do que em estudos comparativos de grande porte específicos para cada condição. Essa diferença vale conversar abertamente na consulta, para que a expectativa sobre cada procedimento seja calibrada pela evidência realmente disponível para aquele caso.

As vantagens que a evidência sustenta — e os limites de cada uma

A vantagem mais consistente encontrada nos estudos é precoce, não permanente. Uma metanálise de 15 estudos e 907 pés (Lisacek-Kiosoglous et al., 2022, British Journal of Surgery) registrou dor significativamente menor com a técnica minimamente invasiva no primeiro dia, na segunda semana e na sexta semana após a cirurgia de joanete, em comparação com a técnica aberta — sem diferença entre as duas técnicas aos seis meses e no seguimento final. É uma vantagem real, mas localizada nas primeiras semanas do pós-operatório.

Uma série prospectiva com 333 pés operados com instrumental de terceira geração (Lewis et al., 2021, The Journal of Bone and Joint Surgery) registrou ganho expressivo em dor e função aos dois anos de seguimento, com baixa taxa de recorrência sintomática. Somado a isso, as incisões de poucos milímetros tendem a resultar em cicatrizes mais discretas do que os cortes maiores da técnica aberta — ainda que o resultado estético final varie conforme a cicatrização individual de cada pessoa.

O que a evidência não sustenta é uma promessa de resultado superior no longo prazo, nem a eliminação do risco de a deformidade retornar com o tempo — recidiva é uma possibilidade em qualquer técnica cirúrgica, incluindo a percutânea. Também não existe previsão padronizada de prazo de recuperação: o ritmo varia conforme o procedimento realizado, a extensão da correção e a resposta individual de cada paciente.

Quando a técnica aberta segue sendo a mais indicada

Uma revisão sistemática recente, com 22 estudos e seguimento mínimo de dois anos (Lonati et al., 2025, Journal of Clinical Medicine), reuniu o quadro mais atual sobre o tema: recuperação mais rápida, maior satisfação e menos complicações de ferida operatória com a técnica minimamente invasiva. A mesma revisão, no entanto, é direta ao afirmar que a técnica aberta segue sendo a opção mais adequada em deformidades graves e complexas — nesses casos, a exposição ampla da técnica aberta pode ser o que permite a correção mais completa.

Outra revisão, mais cética quanto às vantagens da técnica percutânea (Alimy et al., 2022, Clinical Orthopaedics and Related Research), avaliou o conjunto da evidência disponível e não encontrou vantagem clinicamente relevante da técnica minimamente invasiva sobre a aberta quando todos os desfechos são somados. O mesmo estudo chama atenção para um ponto relevante: a curva de aprendizado da técnica percutânea influencia diretamente os resultados encontrados nos diferentes centros e cirurgiões.

Essas duas leituras não são contraditórias — descrevem a mesma realidade sob ângulos diferentes. A técnica percutânea tem vantagens específicas, sobretudo nas primeiras semanas, mas não é automaticamente a escolha mais adequada para todo pé. É o grau da deformidade, as características anatômicas de cada caso e a avaliação pré-operatória detalhada — nunca uma preferência genérica pela técnica mais nova — que definem qual caminho faz sentido para você.

Procedimentos que o Dr. Caio Fábio realiza por via minimamente invasiva

Dentro do escopo da cirurgia percutânea do pé e tornozelo, o Dr. Caio Fábio realiza a correção dos quadros a seguir. Cada um tem sua própria indicação, sua própria técnica e seu próprio nível de evidência disponível — por isso, a decisão sobre qual caminho faz sentido para você é sempre conversada caso a caso, nunca aplicada de forma padronizada.

**Joanete (hálux valgo)** — a correção percutânea do desvio ósseo do dedão é o procedimento mais estudado dentro da cirurgia minimamente invasiva do pé, com indicação, técnica e recuperação detalhadas na página dedicada à cirurgia minimamente invasiva de joanete.

**Pé plano** — em casos selecionados, a correção do pé plano pode ser considerada por via percutânea, com osteotomias e liberações realizadas por pequenos acessos, conforme o padrão e o grau da deformidade identificados na avaliação com radiografias com carga.

**Pé cavo** — da mesma forma, determinados padrões de pé cavo podem ser avaliados para correção minimamente invasiva, sempre a partir do exame da biomecânica do pé e do impacto funcional da deformidade na rotina do paciente.

**Síndrome de Haglund** — a saliência óssea na parte posterior do calcanhar, quando persiste sintomática apesar do tratamento conservador, pode ser tratada por ressecção percutânea guiada por radioscopia. Mais detalhes sobre a condição estão no artigo sobre deformidade de Haglund.

**Fascite plantar persistente** — quando o tratamento conservador, descrito na página sobre fascite plantar e esporão, não trouxe o alívio esperado, a liberação percutânea da fáscia plantar pode ser avaliada como próxima etapa em casos selecionados.

**Metatarsalgia** — a dor na região anterior do pé associada a alterações no apoio dos metatarsos pode ser corrigida por osteotomias percutâneas, planejadas conforme o padrão de sobrecarga identificado em cada caso. O artigo sobre metatarsalgia e dedos em garra detalha a condição.

**Dedos em garra** — a deformidade dos dedos menores, quando sintomática, também pode ser corrigida por via percutânea, muitas vezes associada ao tratamento da metatarsalgia quando as duas condições estão relacionadas no mesmo pé.

Nenhum desses procedimentos é indicado de forma automática pela via percutânea: a decisão depende do exame clínico, das radiografias com carga e, em alguns casos, de exames complementares — sempre reunidos antes de qualquer indicação cirúrgica.

Como é a recuperação

A recuperação acontece em fases, e o ritmo de cada uma varia conforme o procedimento realizado, a extensão da correção e a resposta individual de cada paciente — por isso, evitamos prometer prazos fixos em dias ou semanas antes de conhecer o seu caso. De forma geral, existe um período inicial de proteção do pé operado, com apoio conforme orientação específica do procedimento, seguido de uma transição gradual até o retorno às atividades do dia a dia.

O padrão de apoio do pé também varia conforme o procedimento: em alguns casos, um calçado pós-operatório específico permite carga protegida desde os primeiros dias; em outros, a extensão da correção óssea pede um período mais longo de proteção antes da liberação gradual do apoio. Essa diferença é conversada em detalhes durante o planejamento cirúrgico, procedimento a procedimento, e não é igual para todos os quadros descritos nesta página.

A fisioterapia integrada, conduzida pela Dra. Lucymilla Guimaro, costuma fazer parte do acompanhamento pós-operatório, apoiando o controle do inchaço, a mobilidade da articulação tratada e o retorno gradual às atividades — incluindo, quando aplicável, a prática esportiva.

O inchaço no pé operado é esperado nas primeiras semanas em praticamente todos os procedimentos percutâneos, e tende a reduzir de forma gradual com a elevação do membro em repouso e as orientações de atividade adequadas a cada fase. Consultas de retorno, com radiografias de controle quando indicado, permitem acompanhar a evolução e ajustar as orientações conforme o que cada exame mostra.

Anestesia e o dia da cirurgia

A combinação de sedação com bloqueios anestésicos guiados por ultrassom faz parte da prática do Dr. Caio Fábio na maioria dos procedimentos percutâneos do pé e tornozelo, dispensando a anestesia geral em boa parte dos casos. Aplicada com precisão junto às estruturas nervosas específicas da região operada, essa técnica tende a proporcionar um pós-operatório mais confortável nas primeiras horas. Você pode conhecer com mais detalhes como ela funciona no artigo sobre bloqueio anestésico.

O tipo de anestesia é sempre definido conforme a avaliação individual, considerando o procedimento planejado, a extensão da correção e as condições clínicas do paciente. No dia da cirurgia, a radioscopia acompanha o procedimento do início ao fim, guiando os cortes ósseos e a posição final da correção antes da aplicação da proteção pós-operatória adequada ao procedimento realizado.

Na maior parte dos casos, o procedimento é realizado em regime ambulatorial ou com internação curta, o que reduz o tempo de afastamento da rotina em comparação a cirurgias que exigem internação prolongada. Essa característica, ainda assim, varia conforme a extensão do procedimento e as condições clínicas de cada paciente, e é discutida em detalhes no planejamento pré-operatório.

Quem não é candidato — a avaliação individual vem sempre antes

Ser candidato a um procedimento específico — corrigir um joanete ou tratar uma metatarsalgia, por exemplo — não é a mesma pergunta que ser candidato à via percutânea para esse procedimento. Deformidades graves ou complexas, alterações associadas em outras articulações do pé e determinados padrões anatômicos podem indicar que a técnica aberta é a opção mais adequada para o seu caso, mesmo quando o diagnóstico de base seria, em tese, tratável por via minimamente invasiva.

Algumas condições clínicas exigem atenção especial antes de qualquer indicação cirúrgica, percutânea ou aberta: infecção ativa na região a ser operada, doença vascular periférica significativa, diabetes fora de controle e tabagismo ativo são fatores que influenciam o risco cirúrgico e a cicatrização, e costumam ser discutidos com cuidado durante a avaliação pré-operatória. O uso de anticoagulantes também costuma ser revisado antes da cirurgia.

Identificar uma dessas situações não significa exclusão automática e permanente do procedimento — em muitos casos, a indicação pode ser reconsiderada depois que a condição de base é controlada. O que não muda é o processo: exame clínico detalhado, radiografias com carga e, quando necessário, exames complementares, sempre antes de qualquer conversa sobre qual técnica pode ser considerada.

Também é comum a pergunta sobre tratar mais de uma condição na mesma cirurgia — um joanete e uma metatarsalgia associada, por exemplo. Quando faz sentido do ponto de vista clínico e de segurança, procedimentos podem ser combinados no mesmo ato cirúrgico; quando não, a sequência e o intervalo entre eles fazem parte do planejamento, sempre definido de forma individual e conversado com transparência antes da decisão final.

Por que a formação específica na técnica importa

A cirurgia percutânea exige instrumentais próprios — brocas finas e de baixa velocidade, desenhadas para cortes ósseos controlados através de acessos milimétricos — e um treinamento dedicado, que não se resume a uma adaptação da cirurgia aberta tradicional. Tenho formação em Cirurgia Percutânea e Minimamente Invasiva do Pé e Tornozelo pelo IRCAD Barretos (2019), voltada especificamente às técnicas descritas nesta página.

Esse ponto tem respaldo na própria literatura científica: a revisão de Alimy et al. (2022, Clinical Orthopaedics and Related Research), ao não encontrar vantagem clinicamente relevante da técnica percutânea sobre a aberta no conjunto dos estudos analisados, chama atenção justamente para a curva de aprendizado como um dos fatores que mais influenciam o resultado encontrado em cada centro cirúrgico — o que reforça por que a formação específica na técnica é tão relevante quanto a escolha entre uma via e outra.

Também sou Membro Titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT) e Membro da Associação Brasileira de Medicina e Cirurgia do Tornozelo e Pé (ABTPé) — CRM-CE 12791 · RQE 8590. Essa combinação entre formação específica em técnica percutânea e dedicação ao pé e tornozelo é o que orienta a indicação individualizada de cada caso, sempre com o objetivo de indicar o caminho mais adequado — minimamente invasivo ou aberto — para cada paciente.

Atendimento em Fortaleza e Eusébio, com opção de teleconsulta

O atendimento acontece em dois endereços — na Clínica Qorpo, em Fortaleza, e na Odonto Med Clinic, no Medical Center Eusébio —, ambos com estacionamento no local. Para pacientes que já têm exames em mãos ou buscam uma primeira orientação antes de decidir sobre a cirurgia, a teleconsulta está disponível tanto para quem está no Brasil quanto para brasileiros no exterior.

Se você convive com uma dor persistente no pé ou no tornozelo e já tentou o tratamento conservador sem o alívio esperado, o primeiro passo é uma avaliação individual. Fale pelo WhatsApp (85) 99826-1867 para agendar sua consulta e entender, caso a caso, se algum dos procedimentos minimamente invasivos descritos nesta página pode ser considerado para o seu quadro.

A primeira consulta reúne o exame físico detalhado, a análise do seu histórico de tratamento e, quando necessário, a solicitação de radiografias com carga para classificar o grau da deformidade ou da lesão. É a partir desse conjunto de informações que se conversa, com transparência, sobre qual caminho — percutâneo ou aberto — faz mais sentido para o seu pé, sem promessas de resultado antes de conhecer o seu caso em detalhes.

Dr. Caio Fábio, ortopedista

Dr. Caio Fábio CRM-CE 12791 · RQE 8590 · Membro Titular da SBOT · Membro da ABTPé

Pós-graduado em Intervenção em Dor e Medicina Regenerativa (Interpain).

Perguntas frequentes

A cirurgia minimamente invasiva é mais indicada do que a cirurgia aberta?

Depende do caso. A evidência mostra dor inicial menor com a técnica percutânea nas primeiras semanas (Lisacek-Kiosoglous et al., 2022) e resultados equivalentes aos da técnica aberta em cinco anos de seguimento (Kaufmann et al., 2020) — mas, em deformidades graves ou complexas, a técnica aberta segue sendo a opção mais adequada (Lonati et al., 2025). A definição depende da avaliação individual do seu caso.

Toda cirurgia de pé e tornozelo pode ser feita por via percutânea?

Não. O grau da deformidade, as características anatômicas do pé e o histórico de tratamento de cada paciente definem se a via percutânea é adequada para o caso, ou se a técnica aberta é mais indicada. Essa definição depende sempre de exame clínico e radiografias com carga.

Quanto tempo leva a recuperação da cirurgia minimamente invasiva?

Não existe um prazo único: o ritmo da recuperação varia conforme o procedimento realizado, a extensão da correção e a resposta individual de cada paciente. A recuperação acontece em fases — proteção inicial, transição gradual e retorno às atividades —, sempre acompanhada de perto nas consultas de retorno.

As cicatrizes são realmente pequenas?

Sim, as incisões da técnica percutânea têm poucos milímetros e tendem a resultar em cicatrizes mais discretas do que as da técnica aberta. O resultado estético final, porém, varia conforme a cicatrização individual de cada pessoa.

A deformidade pode voltar depois da cirurgia percutânea?

Sim. A recidiva é uma possibilidade em qualquer técnica cirúrgica, incluindo a percutânea, e nenhuma abordagem elimina esse risco por completo. A escolha adequada da técnica para cada caso ajuda a reduzir essa possibilidade, mas não existe previsão de resultado idêntico para todos os pacientes.

Quais procedimentos são realizados por via minimamente invasiva?

Joanete, pé plano, pé cavo, síndrome de Haglund, fascite plantar persistente, metatarsalgia e dedos em garra podem ser avaliados para correção percutânea, cada um com sua própria indicação e nível de evidência disponível. A definição de qual caminho é adequado depende sempre da avaliação individual.

A cirurgia é sempre feita com anestesia geral?

Não necessariamente. A combinação de sedação com bloqueios anestésicos guiados por ultrassom é utilizada na maioria dos procedimentos percutâneos, dispensando a anestesia geral em boa parte dos casos. O tipo de anestesia é sempre definido conforme a avaliação individual do paciente e do procedimento planejado.

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